Oficinas gratuitas promovidas pela De Paula Contadores orientam empresários sobre as decisões que definirão a competitividade nos próximos anos
A Reforma Tributária deixou de ser um projeto distante para se tornar uma realidade que já exige mudanças práticas dentro das empresas brasileiras. Embora a implantação ocorra de forma gradual até 2033, diversas obrigações começam a produzir efeitos ainda em 2026, tornando indispensável a revisão de processos fiscais, sistemas de gestão, emissão de documentos e estratégias tributárias.
Com esse cenário, a De Paula Contadores, de Foz do Iguaçu, promoveu uma série de oficinas gratuitas para seus clientes empresários e gestores, em uma verdadeira imersão sobre as transformações que a nova legislação trará para os negócios. Os encontros foram conduzidos pela CEO da empresa e especialista em tributação fiscal, Elizangela de Paula Kuhn, ao lado do especialista tributário Maicon Lucas dos Santos Peixoto.
Mais do que apresentar a legislação, as oficinas tiveram como objetivo preparar as empresas para decisões que precisarão ser tomadas nos próximos meses, especialmente diante da complexidade do período de transição do novo sistema tributário brasileiro.
Decisões estratégicas não podem mais esperar
Um dos principais temas debatidos foi a escolha pelo Simples Nacional Híbrido, decisão que deverá ser tomada até setembro de 2026 e que poderá influenciar diretamente a competitividade das empresas a partir de 2027.
A opção, entretanto, não possui uma resposta única. Cada empresa deverá avaliar cuidadosamente seu modelo de negócios, perfil de clientes, cadeia de fornecedores e o impacto dos novos créditos tributários sobre seus custos e margens.
Segundo Elizangela de Paula Kuhn, a maior mudança trazida pela Reforma Tributária é justamente a necessidade de planejamento estratégico.
“A Reforma Tributária exige decisões que impactam diretamente a gestão das empresas. Não existe uma fórmula única para todos os negócios. A escolha pelo melhor regime dependerá da realidade de cada empresa, dos seus fornecedores, dos clientes e da capacidade de aproveitar os créditos tributários. Por isso defendemos que essas decisões sejam tomadas com base em dados, planejamento e informação, nunca por suposição.”
Créditos tributários mudam a lógica dos negócios
Durante as oficinas, um dos assuntos que mais despertou a atenção dos empresários foi o novo modelo de aproveitamento de créditos da CBS e do IBS, considerado pelos especialistas uma das maiores transformações da reforma.
A lógica deixa de estar concentrada apenas na compra de mercadorias e passa a considerar praticamente toda a cadeia de despesas da empresa.
Serviços de contabilidade, marketing, aluguel, transporte e diversos outros custos poderão gerar créditos tributários, desde que atendam às exigências da nova legislação.
Ao mesmo tempo, despesas com folha de pagamento continuam sem gerar créditos, o que deverá levar muitas empresas a revisarem seus modelos operacionais e até mesmo avaliarem novas formas de terceirização de determinadas atividades.
Outro alerta feito durante as oficinas foi em relação à qualidade das informações fiscais. Um cadastro incorreto de produtos ou um documento emitido com erros poderá representar perda definitiva de créditos tributários, aumentando o custo das operações.
Tecnologia e capacitação serão determinantes
Além da revisão tributária, a adaptação dependerá diretamente da tecnologia utilizada pelas empresas.
Os especialistas orientaram os participantes a iniciarem imediatamente o diálogo com seus fornecedores de sistemas de gestão (ERP), já que muitas adaptações serão obrigatórias para atender às novas exigências fiscais.
Também foi destacada a necessidade de investir na capacitação das equipes responsáveis pelos setores fiscal, financeiro e de compras, uma vez que o correto tratamento das informações passará a influenciar diretamente a carga tributária de cada operação.
Empresas já iniciam os preparativos
Quem decidiu antecipar esse processo foi a Churrascaria Búfalo Branco, uma das tradicionais empresas de Foz do Iguaçu.
Segundo o sócio-proprietário Laercio Welter Machado, a preparação começou ainda no ano passado, com investimentos em tecnologia, atualização de cadastros e treinamento das equipes.
“Nós começamos essa preparação ainda no ano passado. Estamos revisando sistemas, atualizando cadastros, mantendo contato permanente com os fornecedores de software e participando de todas as atualizações possíveis. Precisamos estar 100% preparados, porque nessa reforma não haverá mais espaço para o velho discurso de ‘dar um jeitinho’. É fundamental contar com uma assessoria especializada, como a oferecida pela De Paula Contadores, além de investir na contratação e capacitação de novos colaboradores. Acreditamos que essas novas regras também vão proporcionar uma concorrência mais equilibrada para o nosso setor.”
Período de transição exigirá atenção redobrada
Embora o novo sistema tributário seja implementado de forma escalonada até 2033, os especialistas alertam que os próximos anos serão os mais desafiadores para as empresas brasileiras.
É importante entender que a simplificação prometida pela reforma é o destino, não o ponto de partida. Durante todo o período de transição coexistirão regras antigas e novas, exigindo controles paralelos, atualização constante da legislação e acompanhamento técnico permanente — ou seja, antes de ficar mais simples, o sistema fica mais complexo.
Ao final da transição, a expectativa é de um sistema mais simples, com legislação nacional unificada e redução da chamada guerra fiscal entre estados, criando um ambiente de negócios mais transparente e competitivo.
Até lá, no entanto, a principal recomendação é clara: deixar a preparação para a última hora poderá custar caro. Em um cenário em que informações fiscais, sistemas e planejamento estratégico passam a influenciar diretamente a carga tributária, a Reforma Tributária deixa de ser apenas uma mudança na legislação para se tornar um fator decisivo de competitividade e sobrevivência das empresas brasileiras.
Fica, então, a provocação a quem lidera uma empresa em nossa região: você já sabe como a Reforma Tributária vai impactar o seu negócio? Já recebeu alguma orientação sobre as decisões que precisam ser tomadas ainda em 2026? Se a resposta for “ainda não”, talvez este seja o momento de sair da suposição e buscar informação qualificada — porque, nesta reforma, quem se prepara antes larga na frente, e quem deixa para a última hora pode pagar caro por isso.
Mais informações
Site: https://depaulacontadores.com.br/
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Contato: 45 2105 2000
Crédito: Divulgação De Paula
Assessoria de imprensa
De Paula Contadores
Foz do Iguaçu, março de 2026





