A Polícia Civil do Paraná (PCPR), por meio da Delegacia da Mulher de Foz do Iguaçu, deu fiel cumprimento, na data de hoje (17/04/2026), a mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão expedidos contra um homem de 32 anos. O investigado é apontado como autor de crimes graves cometidos no âmbito de violência doméstica e familiar contra sua própria cunhada e a mãe desta.
SÍNTESE DOS FATOSPCPR REALIZA PRISÃO PREVENTIVA E BUSCA DOMICILIAR CONTRA AUTOR DE TENTATIVAS DE FEMINICÍDIO E HOMICÍDIO
As investigações indicam uma sequência de atos violentos iniciados no dia 04 de abril de 2026, quando o indivíduo ameaçou a vítima após uma discussão por motivação fútil. Na mesma data, durante a noite, o autor efetuou disparos de arma de fogo em frente à residência das vítimas para intimidá-las.
No dia seguinte, 05 de abril, o homem retornou ao local e atentou contra a vida das duas mulheres. Segundo os relatos colhidos, o autor utilizou um revólver prata, calibre .22, que apresentou falhas mecânicas no gatilho durante a ação. Apesar das falhas, um dos disparos atingiu a coxa e a mão de uma das vítimas. Os crimes foram presenciados por familiares, incluindo uma criança de sete meses.
DILIGÊNCIAS E PRISÃO Com base na periculosidade demonstrada e no risco de reiteração delitiva — visto que, supostamente, o investigado retornou ao local no dia 08 de abril para efetuar novos disparos intimidatórios —, a autoridade policial representou pela segregação cautelar.
A ordem de busca e apreensão foi cumprida na residência do investigado, sendo que o homem foi detido e permanece à disposição do Poder Judiciário.
IMPORTÂNCIA DA DENÚNCIA
A PCPR ressalta que a rápida atuação policial e a coleta de provas foram fundamentais para garantir a segurança das vítimas, que se encontravam em estado de extremo abalo psicológico.
A colaboração da sociedade por meio de denúncias é uma ferramenta indispensável no combate à violência doméstica e crimes contra a vida. A instituição reforça que denúncias podem ser feitas de forma anônima através da Central de Atendimento à Mulher – 180, ou diretamente na unidade policial, permitindo que agressores sejam retirados de circulação e que novas tragédias sejam evitadas.


